sábado, 17 de maio de 2025


 

pejorativismo 14 o sinal disso eram revoluções...não...eu nem sei qual foi a última vez que alguém falou essa palavra nesse tom aqui dentro...a emoção é defensiva?...revoluções essa palavra perdeu o sentido a não ser que ela aconteça em outros mundos...não...no mundo da biologia...a emoção é tristeza?...eh!...talvez no mundo das ideias...na verdade...isso é forte...tá muito raro...então essa é uma emoção presa de tristeza que identificamos...também se nós não temos mais essa subjetividade animada por possibilidades de mudanças amplas no mundo...uma vez que essa emoção é trazida à tona...na verdade somos capazes de liberar aquela energia emocional presa...talvez isso venha da monocultura que foi instituída para todos nós a partir dos espaços que nós cultivamos e...da própria experiência de pensar o mundo que uma monocultura da mente implica...simplesmente deslizando qualquer uma das pontas dos dedos ou um ímã sobre o meridiano governante que acontece de correr do lábio sobre a cabeça para trás...pra gente não ficar só num neologismo florcidade a floresta e a cidade...todos até o cóccix...entendendo que as cidades...elas têm um devir floresta...assim como são hoje instituídas em espaços...que a gente pode chamar de ruínas florestais...as ruínas florestais são os lugares onde nós gostamos de ficar...que são as cidades...agora...quando passamos nossos dedos ou um ímã sobre aquele governo meridiano...o que estamos fazendo é na verdade...estamos colocando energia para esse meridiano...se nós pensarmos uma equilibrada compensação dos termos...nós podíamos considerar que as cidades estão devendo pra floresta...as cidades estão devendo para outras formas de vida...para uma diversidade que a floresta carrega em si.

 

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